Religião (5)

No meu modo de pensar, a religião não deve servir a fanatismos, a exclusivismos doutrinários. Nem a julgamento dos seres humanos, sejam quais forem os seus atos e as suas crenças. Para os primeiros, existem as leis civis.

Também repudio qualquer revelação do que eu teria sido em existências passadas e o que virei a ser no futuro. Não consigo aceitar “verdades” a qualquer custo, nem achar que, com esta ou aquela religião, terei a garantia de ser feliz ou de obter a salvação.

Há pessoas que se apegam a uma religião para obter  curas miraculosas, arranjar um relacionamento amoroso, acertar na loteria ou ter prosperidade financeira. Penso que as religiões devem servir para o despertar consciente do homem, visando à transformação moral da humanidade. O resto não passa de mero ritual e ilusão.

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