Pátria Educadora

O Brasil precisa mesmo de um verdadeiro “choque” de Educação em toda a extensão de sentido dessa palavra. A propósito, lembro-me do que teria dito Pitágoras: “Educai as crianças e não será preciso punir os homens”.

Na última Reforma do Ensino, que ainda está em vigência, houve uma grande preocupação em formar o educando para viver em sociedade, priorizando a ordem dos meios, que são circunstanciais, ou seja, formais e informais de educar: a família, a escola, as associações comunitárias, etc. Afinal, como diria Ortega y Gasset, “A Educação comporta duas interfaces: o eu e as minhas circunstâncias”.

Há, em primeiro lugar, necessidade urgente de recuperar o papel da família como célula educadora por excelência no que diz respeito aos valores éticos e morais. A formação do educando deve se apoiar nessa participação dos pais visando à construção de uma escola com preocupações mais sociológicas do ato de educar.

Os princípios da moral e da ética devem permear todas as ações do homem no convívio em sociedade, no lar, na escola, no clube, no ambiente de trabalho, etc, sem esquecer valores de ordem filosófica como a liberdade e a fraternidade. Há, portanto, a necessidade de uma Pátria Educadora para que também ela se reeduque, priorizando, de maneira concreta, a Educação e melhorando a gestão dos recursos públicos.

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