Bocó

Muitas pessoas que me conhecem, online ou offline, têm me chamado de boca-aberta, bobo, vacilão, entre outros quase-sinônimos. Num dia desses, fui chamado de idiota, no Facebook, porque votei na Dilma. Até a Patroa já me elogiou dizendo que eu sou um bocó.

Houve também quem me qualificasse de esclerosado, alienado, comunista, ateu, coisas assim. Mas não me sinto ofendido, já recebi muitos  encômios, como os de Guy Capelle, quando discutimos o seu método de ensino de francês e de inglês.

Naquele tempo, eu tinha ambições acadêmicas, a minha fala não era propriamente minha, mas de Saussure, Ducrot, Jakobson, Chomsky e diabo-a-quatro. Os “meus” textos, falados ou escritos,  precisavam apresentar qualidade na forma e no conteúdo para serem considerados bons, com elogios.

Hoje, com o blogue e  o Facebook, estou de sangue doce. Todo mundo posta o que lhe dá na telha, como eu faço, com o cuidado de não incorrer em injúria.  As críticas e ofensas é direito de quem discorda. Assimilo-as muito bem.

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