Reforma política

Eu sou do tempo daquele PT do “Fora Maluf”, “Fora Sarney” que eram crias da ditadura. Depois, eles viraram democratas, mas nunca receberam o meu voto, afinal, como diziam os antigos latinos: “O lobo muda o pêlo, mas não o instinto”. (Esses dois políticos são oriundos da antiga ARENA, o partidão que dava sustentação ao regime militar, depois, PDS e, agora, PP. O MDB, oposição, com Brossard e Pedro Simon, virou PMDB).

Ideologicamente, o PP e o PT, este que nasceu da luta dos trabalhadores no ABC paulista, eram como água e azeite, não se misturavam. Agora, no governo

gno PT, por força de acordos políticos, tivemos até ministros do PP. Brizola falava de uma prática política de “apoiar para destruir!”. Para compreender melhor isso: o sujeito se aproxima de alguém, faz amizade e, depois, come a mulher dele (do amigo)”. O PP lidera a lista dos investigados, mas quem leva a culpa é o governo da Dilma.

Para tentar acabar com isso, é necessária uma reforma política que acho difícil de ser realizada: para os maus políticos, assim, está muito bom.

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