Está certo o Stédile (1)

Há muita gente que detesta o líder do Movimento Sem-Terra, MST,

dizendo que ele é radical. Para mim, ser radical é atacar a raiz do problema e eu gosto.

Concordo plenamente o que ele andou falando. (A Dilma disse que concordava em parte).  Ele disse que os protestos eram da classe média. Pelo que observei, em Santa Maria, quem bateu panela foi gente bonita, de barriga cheia, o que era de se esperar diante da crise econômica e da campanha da mídia contra o governo.

A classe média tende a ser de direita mesmo à sombra do estado.  O cidadão assume um cargo público de terceiro escalão, por exemplo, financia a compra de um automóvel, a casa própria, coloca uma piscina, tem uma boa qualidade de vida (e até trabalha pouco). Até aí tudo bem: o diacho que na ora de votar, colabora para eleger um direitoso, que pode ser até um racista.

Sobre o agronegócio eu já falei. Além da produção transgênica, a pecuária e a agricultura empresariais tomaram conta do campo, provocando o êxodo rural dos pequenos agricultores sem crédito e assistência técnica. O Brasil tem, hoje, as maiores cidades do mundo, conglomerados humanos, cinturões de miséria, sem água potável e tratamento de esgotos.

Enquanto o agronegócio vai acabando com nossas florestas e nascentes dos rios, envenenando  tudo com agrotóxicos, sem saneamento básico (como em Camobi, que fede), a poluição dos rios e do lençol freático se completa.

(Eu recebi um vídeo do Divaldo pedindo que orasse pelo Brasil. Então, vamos orar pela Reforma Agrária!).

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