A guerra como sustento da guerra

Na doutrina napoleônica, “a guerra deve sustentar a guerra”, princípio válido até hoje. São muitos os episódios históricos que comprovam isso.

O mais marcante deve ter sido o da Segunda Guerra Mundial, quando as tropas de Hitler invadiram a Polônia e levaram todo o trigo da excelente safra que aquele país tinha feito. Saques e roubos feitos pelos alemães aconteceram em todo o conflito.

Quando os nazistas invadiram Paris, Hitler fez questão de visitar o túmulo de Napoleão, de quem era admirador. Juntamente com o alto comando militar, permaneceu lá por alguns minutos, em silêncio.

Na invasão da Rússia, Stalin determinou que os russos, ao fugir, destruíssem tudo, até as suas próprias casas, para não facilitar nada aos alemães. Hoje, s terroristas do Estado Islâmico se abastecem também com sobras da Guerra do Iraque e da própria Síria.

Aqui, no “Garrão do Brasil”, quando os paraguaios invadiram São Borja, saqueram a vila e levaram carretas carregadas de tarecos para o Paraguai. As nossas arruaças entre chimangos (ximangos) e maragatos, no início do século passado, também acontecia coisa semelhante.

O meu pai dizia que precisava andar fugindo daquela corja de vagabundos, de ambos os lados, que invadiam as propriedades, roubavam os cavalos e matavam o gado para comer. E nunca se enfrentavam para pelear!

Post scriptum: A liberação do porte de armas aos “homens de bem” poderá ter efeito semelhante no combate à´bandidagem

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