Homossexualismo e poder

A recente nomeação de Eric Fanning, um homossexual assumido, como comandante do exército americano tem repercutido nos meios militares.

O exército dos Estados Unidos é um dos mais poderosos do mundo e nunca tinha passado por essa experiência de ser comando por alguém declaradamente gay, embora Eric tenha uma longa carreira militar, sempre exercendo altos cargos no Departamento de Defesa americano.

Esse fato, para o comando do seu grande oponente no cenário mundial, o homofóbico exército russo, a nomeação de Eric não deixa de ser um deboche. Mas já houve casos semelhantes de homossexuais assumidos exercerem altos cargos militares.

Na Alemanha, o mais notável foi Ernst Röhm, chefe da temível SA, Tropa de Assalto do partido nazista. A SA, na época, era considerada mais poderosa que o próprio exército alemão.

Ernst Röhm foi preso e executado sob a ordem de Hitler na famosa Noite das Facas Longas. A SA, então,  deu lugar à SS, de Himmler.

Mas não é só nos meios militares que há divergências sobre o homossexualismo. O próprio Congresso brasileiro acaba de discutir o assunto e decidir, religiosamente, que o casamento somente deve existir entre um homem e uma mulher, ou seja, como “Papai do Céu” mandou.

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