Por que leio o Sputnik?

A informação sobre os acontecimentos nacionais e internacionais devemos buscá-la em fontes “fidedignas”, imparciais, o que é impossível, tendo em vista que não existe texto jornalístico neutro.
A notícia de jornal também é manipulada nas suas macro e microestruturas, até no espaço dedicado aos atores sociais. Num protesto de rua, por exemplo, as autoridades geralmente têm mais espaço de “fala” do que o cidadão que participa desses eventos.
Imaginemos como será a versão sobre um conflito envolvendo duas potências militares, no caso, Estados Unidos e Rússia? O Sputnik é a versão russa dos acontecimentos, a da imprensa americana , a que conhecemos pelos nossos jornais, construída a partir da Associated Press.
Tanto lá como aqui se manipula a notícia, por isso precisamos ver os dois lados e tirar conclusões.
Em notícia de jornal a neutralidade também é um mito, amiguinho(a). Vivemos, quase sempre, de meias verdades.
Por falar nisso, o que sabemos mesmo da Operação Zelotes?

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