“Bença, pai; bença, mãe”

 

O meu blogue tem dois símbolos do Rio Grande: o pavilhão tricolor e a chaleira preta, que lhe empresta o nome. Então sou tradicionalista? Sim, mas nem tanto.

Essa é uma forma de reverenciar o meu pai, que foi peão durante toda a vida quando, nos acampamentos, esquentava a água para o chimarrão ou para fazer um café de chaleira em fogo de chão. Eu participei de muitas dessas empreitadas.

O meu blogue é uma espécie de borralho que sobrou das labaredas apagadas no tempo. Não tem mais a fumaça e a picumã da quincha do rancho, nem o borbulhar da velha panela de gancho cozinhando um carreteiro de charque. Mas é parte da minha história.

Criado longe de igrejas, mas perto dos meus pais, aprendi com eles o principal verbo do evangelho da vida: amar. Amar os pais, amar a família, amar o próximo… Amar é um atributo  divino tão eterno quanto  o canto dos pássaros. Eu sou daquele tempo de amar e pedir bênção aos pais!

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