Falso moralismo

 

Num dia desses, eu assisti a uma parte de entrevista concedida ao pastor Silas por um integrante do STF. O assunto  girava em torno da educação sexual nas escolas, com severas críticas a um livro didático, que não conheço.

Posiciono-me  a favor de um trabalho que possa esclarecer as pessoas, sem falsos moralismos. A questão da sexualidade  permanece um tabu impedindo que os pais orientem os próprios filhos.

Eu sou do tempo que masturbar, além de ser considerado pecado, fazia mal à saúde, tinha medo de ficar louco, anêmico ou corcundo, etc. Mão sei quantas vezes entrei na fila do confessionário para, arrependido, dizer ao padre que havia pecado sozinho. Ele sempre me absolvia e dizia: “Ides e não peques mais.”No domingo seguinte, eu estava lá de novo.

Isso faz arte da sexualidade em que o (a) jovem descobre o seu próprio corpo.

O pior de tido é a falta de esclarecimento. É grande o número de meninas de 12 ou 13anos de idade grávidas, principalmente  em nossas vilas pobres.

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